Registrar    Entrar    Fórum    FAQ



Criar novo tópico Responder  [ 1 mensagem ] 
Autor Mensagem
 Mensagem Enviado: 23 Abr 2015, 22:54 
Offline
Administrador
Avatar do usuário

Registrado em: 12 Set 2011, 21:27
Mensagens: 3302
Localização: Rio de Janeiro
Previsão é de que Veículo Leve sobre Trilhos só comece a rodar em 2018.
Vistoria foi feita para verificar as condições dos vagões estacionados.
Do G1 MT

Estacionadas há um ano e três meses no futuro centro de manutenção em Várzea Grande (cidade da região metropolitana de Cuiabá), as composições do metrô de superfície Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) passaram por vistoria na tarde desta quarta-feira (22) para averiguar as condições dos 40 vagões.

A vistoria foi realizada por comitivas do governo do estado e do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e faz parte da conciliação entre o estado e o consórcio responsável pelas obras – licitadas por R$ 1,47 bilhão e que deveriam ter sido entregues em março de 2014. Hoje, a previsão é de que o modal só comece a funcionar em 2018.

O consórcio mostrou à comitiva como está sendo feita a manutenção dos vagões. Nesse processo, são ligados os aparelhos de ar-condicionado e são testados o sistema de áudio e vídeo e as portas automáticas. Além disso, o trem avança alguns metros no trilho. Esta rotina começou a ser adotada desde que os veículos foram entregues, conforme um plano de manutenção entregue à extinta Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa).

No processo de conciliação, o Consórcio VLT solicitou um reequilíbrio financeiro de valores da obra, além do pagamento de parcelas atrasadas. Segundo o governo, apesar do cumprimento da vistoria, o consórcio ainda deve apresentar projetos para a implantação do veículo.

“A nossa parte aqui é fazer um acompanhamento e ouvir o consórcio sobre o que eles tem a nos dizer quem é responsável pela manutenção, como isso tem sido feito, quem está tomando conta dos vagões. Porém, ainda não temos em mãos o plano de execução dessas atividades”, afirmou o secretário adjunto da Secretaria de Estado das Cidades (Secid), Paulo Douglas Sardinha.

De acordo com os engenheiros da empresa que fabricou os veículos, o plano de manutenção tem duração de dois anos. Após o prazo estipulado, o serviço pode ficar mais caro. No entanto, segundo o executivo do consórcio Agenor Marinho, não há como precisar o gasto futuro.

O representante do TCE, André Luiz Souza Ramos, acompanhou a vistoria e teme que o veículo detenha tecnologia defasada. “A preocupação é que, não entrando em funcionamento em breve, os vagões não estejam em perfeito estado, além de não estarem mais atuais”, disse.

_________________
Trilhos do Rio também está no:
Twitter
Facebook (Perfil)
Instagram
Flickr
Youtube
Acessem já !


Voltar ao topo 
 Perfil  
 
Exibir mensagens anteriores:  Ordenar por  
 
Criar novo tópico Responder  [ 1 mensagem ] 


Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 1 visitante

 
 

 
Enviar mensagens: Proibido
Responder mensagens: Proibido
Editar mensagens: Proibido
Excluir mensagens: Proibido
Enviar anexos: Proibido

Ir para:  
cron
Traduzido por: Suporte phpBB