{"id":13164,"date":"2024-06-29T11:55:49","date_gmt":"2024-06-29T14:55:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/?p=13164"},"modified":"2024-06-29T16:16:36","modified_gmt":"2024-06-29T19:16:36","slug":"a-guerra-das-bitolas-mais-um-capitulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/a-guerra-das-bitolas-mais-um-capitulo\/","title":{"rendered":"A guerra das bitolas: mais um cap\u00edtulo. E uma homenagem."},"content":{"rendered":"<span class=\"rt-reading-time\" style=\"display: block;\"><span class=\"rt-label rt-prefix\">Tempo de leitura: <\/span> <span class=\"rt-time\">14<\/span> <span class=\"rt-label rt-postfix\">minutos <\/span><\/span><p>Com informa\u00e7\u00f5es de Mozart Rosa, familiares de D\u00e9lio Moreira de Ara\u00fajo, e do site VFCO*<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">E eis que trazemos novamente informa\u00e7\u00f5es sobre aquela velha dicotomia que divide o setor ferrovi\u00e1rio, aquela velha luta que alguns consideram uma luta entre o bem e o mal, aquela luta entre mocinhos e bandidos, que mais parece coisa de folhetins, novamente aquele tema que provoca debates acalorados entre os aficionados por ferrovia. Bitola larga ou bitola estreita. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Tema que est\u00e1 presente nos cora\u00e7\u00f5es e mentes daqueles que militam no setor. A maioria, desconhecendo informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas que a Trilhos do Rio posta regularmente e que novamente postar\u00e1 mais um conjunto de informa\u00e7\u00f5es, tentaremos iluminar cora\u00e7\u00f5es e mentes dessas pessoas. Ser\u00e1 que conseguiremos?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Parece mais a antiga briga vivida por nossos pais e nossos av\u00f3s na d\u00e9cada de 60, entre f\u00e3s de Emilinha Borba e Marlene, ou mais recentemente entre f\u00e3s da DC ou da Marvel, onde tudo se resume a uma disputa baseada apenas na emo\u00e7\u00e3o, sem nenhum crit\u00e9rio t\u00e9cnico ou de racionalidade.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 20px;\"><mark>Briga que jamais deveria existir, mas que infelizmente ainda existe.<\/mark><\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Quem acompanha as postagens da Trilhos do Rio sabe de nossa luta em mostrar aspectos da hist\u00f3ria das ferrovias brasileiras, a maioria simplesmente ignorada por muitos, que se dizem entendidos ou especialistas do setor, aspectos que nunca aparecem at\u00e9 mesmo em teses de mestrado, TCC ou cong\u00eaneres. E muito dessas nossas informa\u00e7\u00f5es, algumas exclusivas, versam justamente sobre essa disputa. As pessoas preferem optar em tirar informa\u00e7\u00f5es sabe-se l\u00e1 Deus de onde para ent\u00e3o publicar. Copiam o que acontece em outros setores hoje do Brasil, onde o que vale \u00e9 a narrativa, n\u00e3o a informa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Abaixo publicamos um texto que n\u00e3o \u00e9 nosso, foi retirado do Site \u201cVia F\u00e9rrea Centro Oeste, VFCO\u201d, texto escrito pelo Sr. D\u00e9lio Araujo, sobre as vantagens da bitola m\u00e9trica comparadas a bitola larga, texto escrito sem emo\u00e7\u00e3o que \u00e9 algo que a maioria que defende a bitola larga usa para defend\u00ea-la, aqui temos apenas aspectos t\u00e9cnicos. Nesse texto, n\u00e3o \u00e9 mencionado o centro de gravidade, mas j\u00e1 apresentamos esse aspecto em outra postagem.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Ao final, publicaremos o link para interessados em conhecer o Site \u201cVia\u00e7\u00e3o F\u00e9rrea Centro Oeste, VFCO\u201d, ou lerem o artigo da forma original como foi publicado. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Em respeito a quem escreveu o texto, n\u00e3o fizemos nenhuma mudan\u00e7a, fizemos apenas essa introdu\u00e7\u00e3o, e agrupamos os dois textos publicados consecutivamente em um s\u00f3. <\/span><span style=\"font-size: 20px;\">Texto esse bem esclarecedor sobre o tema, com diversas informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, que corroboram o que a Trilhos do Rio tem publicado e defendido ao longo dos anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Ao final, publicamos uma pequena biografia do Sr. D\u00e9lio Araujo, mas pela forma como escreve e pelo conte\u00fado que apresenta, mostra que al\u00e9m de ser conhecedor do tema, \u00e9 um excepcional t\u00e9cnico. Acreditamos que esse texto possa tirar muitas d\u00favidas. At\u00e9 para n\u00f3s que, vez por outra, escrevemos sobre o tema, aprendemos com ele.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Boa leitura. Sejamos sinceros, \u00f3tima leitura, peguem um caf\u00e9, um pratinho de p\u00e3es de queijo e se deliciem com esse artigo. Uma joia rara a ser apreciada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Esta postagem \u00e9 dedicada a todos, mas com carinho especial \u00e0queles que defendem apaixonadamente a bitola larga, sem terem a menor ideia do que est\u00e3o defendendo. Que com suas posi\u00e7\u00f5es mais se parecem com os membros de uma seita.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13171\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem2-1.jpg\" alt=\"\" width=\"536\" height=\"746\" srcset=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem2-1.jpg 536w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem2-1-216x300.jpg 216w\" sizes=\"(max-width: 536px) 100vw, 536px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u22b9\u2500\u2500\u22b1\u2726\u22b0\u2500\u2500\u22b9<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 24px;\"><b data-editable-id=\"216\" data-editable-touched=\"1\">A GUERRA DAS BITOLAS: MAIS UM CAP\u00cdTULO<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Alteramos apenas o t\u00edtulo. O t\u00edtulo original do texto \u00e9:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 24px;\"><b>BITOLA M\u00c9TRICA OU LARGA? UM ESTUDO DO PONTO DE VISTA ECON\u00d4MICO DAS FERROVIAS<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"226\"><span style=\"font-size: 20px;\">D\u00e9lio Ara\u00fajo<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 20px;\">Centro-Oeste n.\u00ba 15 (abril\u2013maio\/1986) e Centro-Oeste n.\u00ba 17 (julho\u2013agosto\/1986)<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 20px;\">Esse texto foi originalmente publicado em duas postagens do Site Via\u00e7\u00e3o F\u00e9rrea Centro Oeste, VFCO.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"236\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">A \u00e1rea dos transportes ferrovi\u00e1rios constitui uma das mais fascinantes da economia dos transportes, exatamente porque, na an\u00e1lise de situa\u00e7\u00f5es concretas, muitas vezes s\u00e3o ignoradas ou s\u00e3o colocadas em segundo plano os aspectos e as implica\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, preferindo-se antepor-lhes os aspectos e as implica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e pol\u00edticas.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"237\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Um dos pontos b\u00e1sicos, no caso espec\u00edfico da economicidade dos sistemas ferrovi\u00e1rios de bitolas desiguais, \u00e9 a defini\u00e7\u00e3o de qual bitola dever\u00e1 ser adotada como padr\u00e3o dentro dos crit\u00e9rios econ\u00f4micos.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"238\" data-editable-touched=\"1\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Este problema interessa n\u00e3o apenas ao Brasil, cuja rede comercial opera duas bitolas, a larga (1,600 m) e a m\u00e9trica (1.000 m). A EF Amap\u00e1, por seu isolamento, pode ser deixada de lado, com sua bitola padr\u00e3o (1,435 m).<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"239\" data-editable-touched=\"1\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">A Argentina (bitola m\u00e9trica, 1,435 m e 1,670 m), a Austr\u00e1lia (1,067 m, 1,435 m e 1,670 m), a \u00cdndia (1.000 m e 1,670 m), a Espanha (1.000 m e 1,670 m), a Su\u00ed\u00e7a (1.000 m e 1,440 m), al\u00e9m de muitos outros pa\u00edses, apresentam s\u00e9rias dificuldades de interc\u00e2mbio devido \u00e0 quebra de bitolas.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"240\" data-editable-touched=\"1\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">No Brasil, a bitola oficial e legal \u00e9 de 1,600 m, desde o governo M\u00e9dici. No entanto, em termos de economicidade real, s\u00e3o bastante discut\u00edveis os motivos que levaram a essa escolha.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"241\" data-editable-touched=\"1\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Em primeiro lugar, a bitola m\u00e9trica pode operar trens t\u00e3o compridos e pesados como qualquer outra bitola mais larga. Exemplo temos em casa, a EF Vit\u00f3ria a Minas (m\u00e9trica), que nada fica a dever \u00e0 sua irm\u00e3, EF Caraj\u00e1s (1,600 m). Antes, parece que a economia operacional comparada favorece, ligeiramente, a bitola m\u00e9trica.<\/span><\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_13172\" aria-describedby=\"caption-attachment-13172\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-13172\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem3-3.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem3-3.jpg 600w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem3-3-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem3-3-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13172\" class=\"wp-caption-text\">Estrada de Ferro Vit\u00f3ria a Minas<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Fora do Brasil, temos a linha de Saldanha Bay, na \u00c1frica do Sul, com seus trens de mais de 20.000 toneladas, elevado peso por eixo e not\u00e1vel economia operacional, em p\u00e9 de igualdade com a formid\u00e1vel Duluth, Missabe and you range, a campe\u00e3 americana e mundial nessa categoria de transporte. Nessas tr\u00eas linhas, prepondera o escoamento de min\u00e9rio de ferro.<\/span><\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_13173\" aria-describedby=\"caption-attachment-13173\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-13173\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem4-1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem4-1.jpg 556w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem4-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem4-1-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13173\" class=\"wp-caption-text\">Saldanha Bay<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"248\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">No caso do carv\u00e3o, os trens mais pesados fora dos EUA (1,435 m), Canad\u00e1 (1,435 m) e URSS (1,520 m) circulam no Estado de Queensland, Austr\u00e1lia (1,067 m). Em carga geral, os trens da \u00c1frica do Sul (1,067 m), mesmo empregando o freio a v\u00e1cuo, colocaram-se abaixo dos EUA e Canad\u00e1, e \u00e0 frente de todos os pa\u00edses europeus.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">O que mais interessa, em economia dos transportes, \u00e9 o gabarito \u00fatil dos ve\u00edculos. Por exemplo, o gabarito \u00fatil do material rodante de carga da bitola m\u00e9trica brasileira oferece maior capacidade de oferta de espa\u00e7o e de peso que a maioria das ferrovias europeias, asi\u00e1ticas e africanas. O Jap\u00e3o (1,067 m) opera vag\u00f5es-cegonha de dois andares, destinados ao transporte de autom\u00f3veis.<\/span><\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_13174\" aria-describedby=\"caption-attachment-13174\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-13174\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem5-1.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem5-1.png 631w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem5-1-300x187.png 300w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem5-1-600x375.png 600w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13174\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: site VFCO<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Em segundo lugar, o que mais contribui para a economicidade do \u00eaxito comercial de um sistema ferrovi\u00e1rio \u00e9 a uniformidade da bitola. N\u00e3o \u00e9 a bitola como tal. Mas interessa o escoamento f\u00e1cil, r\u00e1pido e confi\u00e1vel do tr\u00e1fego, do que propriamente a bitola. Por isso, a uniformiza\u00e7\u00e3o da bitola deve dar-se na dire\u00e7\u00e3o daquela bitola que oferece menores custos de uniformiza\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"259\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Nesses tr\u00eas aspectos, a bitola m\u00e9trica concorre favoravelmente com qualquer outra uniformiza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/em><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li data-editable-id=\"260\" data-editable-touched=\"1\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">\u00c9 mais barato simplesmente colocar um trilho interno para estreitar a bitola do que alargar cortes, aterros, pontes, etc., para alargar a bitola mediante um trilho externo.<\/span><\/em><\/li>\n<li data-editable-id=\"261\" data-editable-touched=\"1\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Na manuten\u00e7\u00e3o, \u00e9 mais barato trabalhar com menor volume de lastro, menor desgaste de trilhos (especialmente nas curvas), menores dimens\u00f5es e peso dos dormentes, etc.<\/span><\/em><\/li>\n<li><em><span style=\"font-size: 20px;\">Na opera\u00e7\u00e3o, \u00e9 mais interessante economizar em termos de resist\u00eancias (e, consequentemente, em termos de energia) \u2026<\/span><\/em><\/li>\n<li data-editable-id=\"266\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">No investimento, tanto inicial como de reposi\u00e7\u00e3o, pode-se economizar tanto mais quanto mais estreita \u00e9 a bitola.<\/span><\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"267\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">O que, em sentido mercadol\u00f3gico, torna eficientes os sistemas ferrovi\u00e1rios americano-canadense, ingl\u00eas, europeu ocidental, sul-africano, japon\u00eas (excluindo-se o Trem Bala, \u00e9 claro), \u00e9:<\/span><\/em><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li><em><span style=\"font-size: 20px;\">A cobertura espacial dos mercados nacionais e internacionais a que servem; \u00e9 a uniformidade da bitola, e n\u00e3o a sua largura<\/span><\/em><\/li>\n<li data-editable-id=\"271\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Uma das mais s\u00e9rias restri\u00e7\u00f5es que se fazem \u00e0 bitola m\u00e9trica refere-se \u00e0 velocidade m\u00e1xima que o afastamento de 1 m admite. Nesse aspecto, devemos distinguir entre o passado e o presente.<\/span><\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"272\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">As linhas de bitola m\u00e9trica sempre foram abertas tendo em vista velocidades baixas, reduzido custo de<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"272\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">implanta\u00e7\u00e3o, trilhos leves e outros fatores t\u00e9cnicos e econ\u00f4micos restritivos.<\/span><\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_13175\" aria-describedby=\"caption-attachment-13175\" style=\"width: 613px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13175\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem6.png\" alt=\"\" width=\"613\" height=\"266\" srcset=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem6.png 613w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem6-300x130.png 300w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem6-600x260.png 600w\" sizes=\"(max-width: 613px) 100vw, 613px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13175\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: site VFCO<\/figcaption><\/figure>\n<p><em><span style=\"font-size: 20px;\">N\u00e3o podia ser de outra maneira. Eram constru\u00eddas em \u00e1reas pobres, de reduzido tr\u00e1fego, ou de perspectivas futuras incertas. Nunca devemos nos esquecer que as bitolas estreitas sempre foram constru\u00eddas em pa\u00edses ou \u00e1reas que, na \u00e9poca, apresentavam baixos recursos e capital ou baixa expectativa de expans\u00e3o de tr\u00e1fego futuro. O Brasil foi um desses pa\u00edses. A \u00c1frica do Sul, a Austr\u00e1lia e o Jap\u00e3o, tamb\u00e9m.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">N\u00e3o \u00e9 de admirar, pois, que essas linhas fossem constru\u00eddas em padr\u00f5es t\u00e9cnicos acanhados, que inibiam velocidades elevadas. O pr\u00f3prio Jap\u00e3o n\u00e3o se distinguia em velocidade, a n\u00e3o ser ap\u00f3s a destrui\u00e7\u00e3o decorrente da II Guerra Mundial. Com a recupera\u00e7\u00e3o do sistema ferrovi\u00e1rio japon\u00eas, as velocidades foram sendo elevadas. De 10 horas entre T\u00f3quio e Osaka, os expressos diretos passaram, nos anos 50, a cobrir 556 km em 6h30min. As velocidades elevadas se devem antes ao tra\u00e7ado e n\u00e3o tanto \u00e0 bitola.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"276\" data-editable-touched=\"1\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Segundo uma das grandes autoridades brasileiras em Engenharia Ferrovi\u00e1ria, o eng\u00b0 Helv\u00e9cio Lapertosa Brina, que tive a satisfa\u00e7\u00e3o de conhecer, a bitola m\u00e9trica admite, conforme o crit\u00e9rio de seguran\u00e7a, V = 4,3 x Raiz(R); e para o crit\u00e9rio de conforto, V = 4,1 x Raiz(R).<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"277\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">A bitola larga, 1,600 m, admite respectivamente V = 4,8 x Raiz(R) e V = 4,5 x Raiz(R).<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"278\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Em ambos os casos, V \u00e9 a velocidade m\u00e1xima e R o raio da curva em metros. Ora, uma simples regra de tr\u00eas bastar\u00e1 para indicar que a bitola m\u00e9trica admite praticamente 90% da velocidade da bitola larga, nas mesmas condi\u00e7\u00f5es de curva.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Por exemplo, onde a bitola larga admite 144 km\/h, a bitola m\u00e9trica admitir\u00e1 129 km\/h, segundo o crit\u00e9rio de seguran\u00e7a. Essa diferen\u00e7a, em economia dos transportes, pode-se provar que \u00e9 marginal, n\u00e3o podendo, portanto, ser tomada como definitiva para se determinar a economicidade de implanta\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o de um trecho ferrovi\u00e1rio.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"282\" data-editable-touched=\"1\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Antes, na maior parte dos casos, a economicidade ficar\u00e1 pendendo para a bitola m\u00e9trica. A economicidade baseada na an\u00e1lise marginal n\u00e3o \u00e9 o mesmo que vantagem f\u00edsica ou matem\u00e1tica te\u00f3rica. Trata-se de coisa completamente diversa, \u00e0 qual n\u00e3o se pode chegar usando processos e avalia\u00e7\u00f5es baseadas em princ\u00edpios isolados de mec\u00e2nica, de matem\u00e1tica ou mesmo de economia.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"283\" data-editable-touched=\"1\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Por outro lado, o Jap\u00e3o operar\u00e1, sem modificar raios de curva nem investir pesadamente em linhas novas, a 160 km\/h a sua bitola m\u00e9trica, em 1987. No Brasil, o recorde ficou com a ex-Mogiana, que fez trafegar uma automotriz Budd a 110 km\/h, e n\u00e3o superou essa marca porque o ve\u00edculo n\u00e3o tinha pot\u00eancia para mais.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"284\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Os trens japoneses foram testados a 179 km\/h, sendo constru\u00eddos para 200 km\/h. Com tais velocidades, espera-se que n\u00e3o se tornar\u00e1 t\u00e3o premente a expans\u00e3o da rede de trens-bala nem o custo operacional e de manuten\u00e7\u00e3o da mesma. O crit\u00e9rio econ\u00f4mico em contraposi\u00e7\u00e3o ao crit\u00e9rio t\u00e9cnico puro!<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">Agora, uma curiosidade um tanto afim ao enfoque das velocidades. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 no servi\u00e7o de passageiros que a bitola m\u00e9trica admite boas velocidades de cruzeiro. No servi\u00e7o de cargas, as velocidades de cruzeiro v\u00e3o at\u00e9 100 km\/h (Jap\u00e3o), com velocidade m\u00e9dia, incluindo paradas, de quase 70 km\/h. A \u00c1frica do Sul e alguns dos sistemas australianos t\u00eam conseguido \u00edndices altamente positivos com trens de carga, superiores aos europeus e inferiores somente aos dos EUA e Canad\u00e1.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"287\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio referir aqui o desempenho da EF Vit\u00f3ria a Minas. Seria at\u00e9 mesmo uma redund\u00e2ncia.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 20px;\">O trem de passageiros de maior luxo circula na bitola m\u00e9trica sul-africana: o Blue Train, O Trem Azul, Cobre os quase 1.500 km entre a cidade do Cabo, Pret\u00f3ria e Johannesburgo em cerca de 20 horas. A linha vence diferen\u00e7as de at\u00e9 1.500 metros e mais, em um dos mais pesados trechos do mundo. \u00c9 percorrido por cargueiros de at\u00e9 4.000 toneladas. Trata-se de um teste magn\u00edfico de adaptabilidade, da potencialidade e do desempenho da bitola m\u00e9trica, 1,067 m, no caso.<\/span><\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_13176\" aria-describedby=\"caption-attachment-13176\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-13176\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem7.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"388\" srcset=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem7.png 464w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem7-300x182.png 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13176\" class=\"wp-caption-text\">O Trem Azul, \u00c1frica do Sul. Fonte: site Amante das Ferrovias<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_13177\" aria-describedby=\"caption-attachment-13177\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-13177\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem8-1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"336\" srcset=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem8-1.jpg 366w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem8-1-300x157.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13177\" class=\"wp-caption-text\">Foto interna de um dos carros do Trem Azul. Fonte: site Viagem dos sonhos<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Abaixo os links originais das postagens para os interessados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><a href=\"http:\/\/vfco.brazilia.jor.br\/ferrovias\/bitolas\/CO-15-bitola-Metrica-Larga-estudo-economia-1.shtml\">http:\/\/vfco.brazilia.jor.br\/ferrovias\/bitolas\/CO-15-bitola-Metrica-Larga-estudo-economia-1.shtml<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><a href=\"http:\/\/vfco.brazilia.jor.br\/ferrovias\/bitolas\/CO-17-bitola-Metrica-Larga-estudo-economia-2.shtml\">http:\/\/vfco.brazilia.jor.br\/ferrovias\/bitolas\/CO-17-bitola-Metrica-Larga-estudo-economia-2.shtml<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><b>Conclus\u00e3o, escrita por Trilhos do Rio<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Baseado nas informa\u00e7\u00f5es acima e obviamente em tudo o que j\u00e1 postamos sobre o tema, consegue-se mensurar o quanto de dinheiro foi gasto de forma desnecess\u00e1ria no Brasil, pelos adoradores da bitola larga e o quanto \u00e9 importante para o Brasil, para a economia brasileira e para o desenvolvimento do Brasil, estudar a <b>Guerra das Bitolas<\/b> e suas consequ\u00eancias funestas para o Brasil?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"332\"><span style=\"font-size: 20px;\">A Ferrovia do A\u00e7o foi o exemplo maior.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Obrigado aos que chegaram aqui.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u22b9\u2500\u2500\u22b1\u2726\u22b0\u2500\u2500\u22b9<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><b>Quem foi o Sr. D\u00e9lio Araujo? Homenagem P\u00f3stuma.<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">D\u00e9lio Moreira de Araujo nasceu em 14 de setembro de 1931 em Ouro Fino, Minas Gerais. Passou sua inf\u00e2ncia em Belo Horizonte, onde teve seus primeiros contatos com a ferrovia, paix\u00e3o que fomentou durante toda a sua vida. Aos dezessete anos, ingressou no semin\u00e1rio, tornando-se mais tarde jesu\u00edta. Na Companhia de Jesus, acrescentou Ci\u00eancias Sociais \u00e0 forma\u00e7\u00e3o religiosa, atuando em v\u00e1rios estabelecimentos de ensino da Ordem espalhados pelo Brasil. Em suas viagens pelo pa\u00eds, nunca perdeu a oportunidade de conhecer e pesquisar sobre as ferrovias locais.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_13165\" aria-describedby=\"caption-attachment-13165\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-13165\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/c6e1bfa9-22f9-4776-a207-002e8b0c02d9-e1719529032784.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"451\" srcset=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/c6e1bfa9-22f9-4776-a207-002e8b0c02d9-e1719529032784.jpg 1024w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/c6e1bfa9-22f9-4776-a207-002e8b0c02d9-e1719529032784-300x211.jpg 300w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/c6e1bfa9-22f9-4776-a207-002e8b0c02d9-e1719529032784-768x541.jpg 768w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/c6e1bfa9-22f9-4776-a207-002e8b0c02d9-e1719529032784-600x422.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-13165\" class=\"wp-caption-text\">Imagem gerada por IA (Bing)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"342\"><span style=\"font-size: 20px;\">Foi aos Estados Unidos da Am\u00e9rica (EUA) para o curso de mestre em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas na Universidade Loyola de Nova Orleans, curso realizado na \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o de economia dos transportes. Na ocasi\u00e3o, defendeu uma tese sobre o uso da bitola m\u00e9trica nas ferrovias. Viajou boa parte da Am\u00e9rica do Norte de trem durante suas pesquisas para a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, coletando informa\u00e7\u00f5es sobre as ferrovias americanas. Depois fez doutorado na mesma \u00e1rea, na Boston College e defesa sendo apresentada na Universidade Cat\u00f3lica de Goi\u00e1s (UCG). Durante sua estadia nos EUA apresentou uma pesquisa ferrovi\u00e1ria que chamou a aten\u00e7\u00e3o do Governador do Texas, sendo agraciado ent\u00e3o com o t\u00edtulo de cidad\u00e3o honor\u00e1rio do respectivo estado americano.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Voltando ao Brasil dedicou o resto de sua vida ao ensino e pesquisa de economia na UCG, cargo de professor que exerceu at\u00e9 sua aposentadoria, totalizando mais de 40 anos de magist\u00e9rio na institui\u00e7\u00e3o. Em 1976 deixou o sacerd\u00f3cio Cat\u00f3lico para se casar com C\u00e9lia Gon\u00e7alves Galv\u00e3o, com quem teve tr\u00eas filhos. Foi superintendente do Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas e Sociais do Estado de Goi\u00e1s (IPES). Participou das pesquisas iniciais sobre a implanta\u00e7\u00e3o do metr\u00f4 de Goi\u00e2nia e do Ve\u00edculo Leve sobre Trilhos ligando Goi\u00e2nia e Bras\u00edlia, ambos projetos que infelizmente nunca deixaram o papel. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"345\"><span style=\"font-size: 20px;\">Foi defensor ferrenho do modal ferrovi\u00e1rio em todas suas vertentes escrevendo incont\u00e1veis artigos cient\u00edficos, materiais e artigos de jornais, orientando monografias sobre o tema. Escreveu livros sobre ferrovias e m\u00e9todos estat\u00edsticos para economistas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"346\"><span style=\"font-size: 20px;\">Sua maior paix\u00e3o foram as ferrovias com um lugar especial guardado para as Maria-fuma\u00e7a e, assim, durante anos foi um ferromodelista de m\u00e3os-cheias.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-editable-id=\"347\"><span style=\"font-size: 20px;\">Faleceu em 26 de junho de 2021 ap\u00f3s uma longa luta contra o Alzheimer.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-13170\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem1-1.png\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"800\" srcset=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem1-1.png 575w, https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Imagem1-1-169x300.png 169w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u22b9\u2500\u2500\u22b1\u2726\u22b0\u2500\u2500\u22b9<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Texto escrito\/recebido em 27 de junho de 2024 \u00e0s 16h03<br \/>\n\u00daltima atualiza\u00e7\u00e3o em 27 de junho de 2024 \u00e0s 19h40<br \/>\nImagem de capa: gerada por IA (Bing)<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_13164\" class=\"pvc_stats total_only  \" data-element-id=\"13164\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com informa\u00e7\u00f5es de Mozart Rosa, familiares de D\u00e9lio Moreira de Ara\u00fajo, e do site VFCO* &nbsp; 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Esse Engenheiro durante esse per\u00edodo trabalhando no setor de cremalheiras acompanhou o desmonte da E.F. Cantagalo e conhecia diversas hist\u00f3rias envolvendo o desmonte da Ferrovia de Petr\u00f3polis realizado pela mesma equipe. Hist\u00f3rias que muitos preferem esquecer. Parte dessa conviv\u00eancia extremamente valiosa est\u00e1 transcrita nos textos publicados pela AFTR.\r\nN\u00e3o se considera um \u201cespecialista\u201d em ferrovias, outra palavra que hoje no Brasil mais desmerece do que acrescenta. Se considera um \u201cHomem de Neg\u00f3cios\u201d e entende que o setor ferrovi\u00e1rio s\u00f3 ter\u00e1 chance de se alavancar quando os respons\u00e1veis por ele tamb\u00e9m forem homens de neg\u00f3cios.\r\nDiferente de rodovias, as ferrovias s\u00e3o neg\u00f3cios. E usar para ferrovias os mesmos par\u00e2metros balizares de constru\u00e7\u00e3o e projeto usados em rodovias redundar\u00e1 em fracasso.\r\nMozart Rosa \u00e9 algu\u00e9m que mais que projetos, quer apresentar Planos de Neg\u00f3cios para o setor."}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13164","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13164"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13164\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13185,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13164\/revisions\/13185"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13179"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13164"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13164"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13164"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=13164"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}