{"id":3099,"date":"2024-10-29T16:15:22","date_gmt":"2024-10-29T19:15:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/?p=3099"},"modified":"2024-10-29T13:51:57","modified_gmt":"2024-10-29T16:51:57","slug":"o-trem-dos-esquecidos-parte1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/o-trem-dos-esquecidos-parte1\/","title":{"rendered":"O trem dos esquecidos (parte1)"},"content":{"rendered":"<span class=\"rt-reading-time\" style=\"display: block;\"><span class=\"rt-label rt-prefix\">Tempo de leitura: <\/span> <span class=\"rt-time\">7<\/span> <span class=\"rt-label rt-postfix\">minutos <\/span><\/span><blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Com informa\u00e7\u00f5es de Wilson PS<br \/>\nTexto escrito em 24 de fevereiro de 2021 \u00e0s 16h15<br \/>\n\u00daltima atualiza\u00e7\u00e3o em 29 de outubro de 2024 \u00e0s 16h15<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<div class=\"im_message_outer_wrap hasselect\" style=\"text-align: justify;\" data-msg-id=\"72758\">\n<div class=\"im_message_wrap clearfix\">\n<div class=\"im_content_message_wrap im_message_in\">\n<div class=\"im_message_body\">\n<div class=\"im_message_text\" dir=\"auto\">\n<blockquote><p>&nbsp;<\/p><\/blockquote>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">A brenha que invadiu a via em todo o trecho do ramal de Guapimirim da Supervia n\u00e3o se resolve com capina convencional ou qu\u00edmica, o certo seria podar os galhos das \u00e1rvores que invadem a faixa de dom\u00ednio e que por consequ\u00eancia um dia podem literalmente decapitar o primeiro desavisado que se atreva a colocar a cabe\u00e7a para fora da janela do trem.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<span style=\"font-size: 20px;\">Os maquinistas trabalham em condi\u00e7\u00f5es insalubres, os passageiros viajam na \u00fanica composi\u00e7\u00e3o que promove apenas oito hor\u00e1rios \u201cirregulares\u201d, pois os atrasos e supress\u00f5es s\u00e3o constantes no circuito Saracuruna-Guapimirim e Vila Inhomirim. S\u00e3o apenas quatro viagens di\u00e1rias em ambos os sentidos naquele pequeno sistema de bitola m\u00e9trica e o problema torna-se maior nos fins de semana e nos feriados. A \u00faltima composi\u00e7\u00e3o em pleno hor\u00e1rio do rush parte de Saracuruna \u00e0s 18h e alguns minutos com apenas dois carros de passageiros deixando muitos usu\u00e1rios sem condi\u00e7\u00f5es de retornarem para suas casas ap\u00f3s esse hor\u00e1rio, isso expressa covardia sem limites por conta da famigerada Supervia e porque n\u00e3o dizer, das prefeituras dos tr\u00eas munic\u00edpios por onde o trem passa que compreende Duque de Caxias, Mag\u00e9 e Guapimirim, isto porque n\u00e3o h\u00e1 nenhuma linha de \u00f4nibus como op\u00e7\u00e3o para o deslocamento. Os\u00a0carros de passageiros daquele sistema arcaico por falta de remodela\u00e7\u00e3o da via e material rodante s\u00e3o verdadeiros chiqueiros sobre trilhos, isso sem contar que s\u00e3o sucatas em uso constante desde 1978 quando foram introduzidos no trecho, na \u00e9poca partindo de Duque de Caxias para Vila Inhomirim e Guapimirim.<\/span><span style=\"font-size: 20px;\">As composi\u00e7\u00f5es formadas por tr\u00eas carros \u201cPIDNER\u201d para o ramal de Vila Inhomirim e dois carros para o de Guapimirim n\u00e3o recebem manuten\u00e7\u00e3o adequada sendo tracionados por locomotivas adquiridas no fim da d\u00e9cada de 1950 ainda nos tempos da saudosa Estrada de ferro Leopoldina quando diversas composi\u00e7\u00f5es partiam lotadas da gare Bar\u00e3o de Mau\u00e1 para os sub\u00farbios cumprindo uma fren\u00e9tica tabela de hor\u00e1rios.<\/span><span style=\"font-size: 20px;\">Os dois ramais que compreendem os trechos percorridos entre Saracuruna-Vila Inhomirim\/Guapimirim s\u00e3o de bitola m\u00e9trica da extinta Leopoldina e s\u00e3o isolados de todo o sistema eletrificado da Supervia, mesmo sendo operado pela concession\u00e1ria, uma esp\u00e9cie de \u201cPatinho feio\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px;\">A Supervia segundo consta, \u00e9 administrada pela Mitsui uma empresa composta por japoneses m\u00e3o de vaca que n\u00e3o investem no sistema, apenas s\u00e3o realizadas medidas paliativas, sendo \u201cfiscalizada\u201d pela estranha atua\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora do estado do Rio de Janeiro, a estranh\u00edssima AGETRANSP.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px;\">Os referidos ramais deveriam estar desde os anos 1980 ainda nos tempos da RFFSA\/CBTU totalmente eletrificados, desde a gare Bar\u00e3o de Mau\u00e1 ligando a mesma \u00e0s localidades de Vila Inhomirim e Guapimirim, mas nada disso foi feito sen\u00e3o o esbanjamento do dinheiro p\u00fablico, e nos \u00faltimos anos principalmente pela ocasi\u00e3o das olimp\u00edadas e da copa do mundo quando foram promovidas na Supervia obras \u201cpara gringo ver\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px;\">Com o passar dos anos, reduziram drasticamente o sistema por ser de bitola m\u00e9trica, parece que, se n\u00e3o podem \u201climpar o lixo, o escondem para baixo do tapete\u201d. Os trens que at\u00e9 o in\u00edcio dos anos setenta partiam da gare abandonada da Leopoldina passaram a ter seu ponto inicial na esta\u00e7\u00e3o de Saracuruna, da\u00ed alcan\u00e7ando os terminais de Vila Inhomirim e Guapimirim. Para piorar, enquanto n\u00e3o houver uma solu\u00e7\u00e3o do poder p\u00fablico que favore\u00e7a melhoras para aquele isolado sistema de trens suburbanos, um projeto auspicioso que prev\u00ea o retorno dos trens \u00e0s pitorescas cidades serranas de Petr\u00f3polis e Teres\u00f3polis jamais sair\u00e1 do papel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px;\">A eletrifica\u00e7\u00e3o do antigo sistema suburbano da extinta Estrada de Ferro Leopoldina, que era de bitola m\u00e9trica, come\u00e7ou no ano de 1965, seguindo o modelo da tamb\u00e9m extinta Estrada de Ferro Central do Brasil, que era de bitola larga de 1.600\u00a0mm.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">A Leopoldina oferecia um servi\u00e7o de trens suburbanos a contento todos partindo do seu belo terminal ferrovi\u00e1rio constru\u00eddo no s\u00e9culo passado as margens do canal do mangue nas proximidades do centro da cidade carioca sob o nome honroso de esta\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Mau\u00e1 uma justa homenagem ao patrono de nossas ferrovias, o ilustr\u00edssimo Sr Irineu Evangelista de Souza.<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Atendendo uma soberba demanda de trens de passageiros os trens circulavam utilizando quatro vias de bitola m\u00e9trica distintas entre Bar\u00e3o de Mau\u00e1 e a esta\u00e7\u00e3o da Penha e desta at\u00e9 Saracuruna em via dupla, prosseguindo ap\u00f3s a bifurca\u00e7\u00e3o ali existente em linha singela at\u00e9 Vila Inhomirim e Guapimirim com possibilidades de cruzamentos de trens em Imbari\u00ea e Piabet\u00e1 e Bongaba, Suru\u00ed e Mag\u00e9, hoje no ramal de Guapimirim n\u00e3o ocorre o cruzamento de trens, pois somente circula uma \u00fanica composi\u00e7\u00e3o com apenas dois carros de passageiros, nos tempos da Leopoldina eram sete carros superlotados. A pequena composi\u00e7\u00e3o tracionada por uma locomotiva diesel el\u00e9trica faz o circuito de ida e volta, no outro ramal raramente ocorre o cruzamento, e isto no hor\u00e1rio de pico, por haver uma \u00fanica composi\u00e7\u00e3o reserva de tr\u00eas carros \u2014 a frota minguada de locomotivas consiste em apenas cinco robustas m\u00e1quinas adqueridas no s\u00e9culo passado como disse anteriormente, tr\u00eas delas podem ser vista est\u00e1ticas como reservas, sob ou ao lado de um pequeno galp\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o leve, este situado no p\u00e1tio da esta\u00e7\u00e3o de Saracuruna.<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Uma pequena an\u00e1lise sobre o problema cr\u00f4nico ali instalado faz-me constatar que foi uma sucess\u00e3o de erros nas desastrosas gest\u00f5es pol\u00edticas que desde os anos setenta j\u00e1 deveria ter oferecido aos usu\u00e1rios da velha Leopoldina uma solu\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria, permitindo que jamais a velha esta\u00e7\u00e3o de Bar\u00e3o de Mau\u00e1 entrasse em decad\u00eancia e por fim fosse abandonada e lan\u00e7ada ao limbo, totalmente desassistida pelo poder p\u00fablico, deveria ser revitalizada e devolvida ao p\u00fablico como esta\u00e7\u00e3o operacional, pois da popula\u00e7\u00e3o foi retirada de forma covarde e condenada ao totalmente abandono, a esta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica corre s\u00e9rio risco de desabar, ou ter o mesmo fim que o museu nacional da Quinta da Boa Vista.<\/span><\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 24px;\"><strong>A POL\u00cdTICA DA TROCA DE BITOLAS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">\u00c9 fato que no Brasil, desde a implanta\u00e7\u00e3o do modal ferrovi\u00e1rio, muitas estradas de ferro foram constru\u00eddas visando as quest\u00f5es que o momento proporcionava aos seus construtores, entre os quais fatores econ\u00f4micos e geogr\u00e1ficos. V\u00e1rias ferrovias particulares foram constru\u00eddas visando o interesse de ricos fazendeiros e sem uma infraestrutura adequada, optando seus donos por linhas de bitolas diversificadas, visando menos gastos em suas constru\u00e7\u00f5es \u2014 bitola \u00e9 a dist\u00e2ncia entre um trilho e outro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">A diversidade de bitolas ferrovi\u00e1rias em territ\u00f3rio nacional sem uma engenharia que garantisse sua utiliza\u00e7\u00e3o em escala posto que muitas linhas foram assentadas por muitas \u201cas pressas\u201d em solo impr\u00f3prio ou devidamente mal preparado n\u00e3o favoreceu em nada o progresso ferrovi\u00e1rio brasileiro, e isso somado a falta de conex\u00e3o entre as ferrovias prejudicando assim o transporte de insumos e de passageiros.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Com o passar dos anos, muitas de nossas ferrovias de grande ou m\u00e9dio porte decidiram \u201cpadronizar\u201d ao inv\u00e9s de \u201cunificar\u201d suas bitolas, e isto novamente aconteceu por fatores econ\u00f4micos e inegavelmente tamb\u00e9m por fatores t\u00e9cnicos e geogr\u00e1ficos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\">A bitola de 1.000\u00a0mm tamb\u00e9m conhecida como bitola estreita ou m\u00e9trica por muitos e muitos anos dividiria espa\u00e7o com a bitola de 1.600 tamb\u00e9m conhecida como bitola larga ou bitola irlandesa, e as duas convivem em boa harmonia quando um terceiro trilho \u00e9 assentado sobre os dormentes tornando uma \u00fanica via em duas capazes de proporcionar o tr\u00e1fego de duas composi\u00e7\u00f5es de bitolas diferentes na mesma via, esta ficou muito conhecida como \u201cbitola mista\u201d. Infelizmente, apesar de ter sido muito utilizada em nosso sistema suburbano aqui no Rio de Janeiro, a bitola mista foi por fim banida.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<p>Imagem de capa: Daddo Moreira\/Trilhos do Rio 2009<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_3099\" class=\"pvc_stats total_only  \" data-element-id=\"3099\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com informa\u00e7\u00f5es de Wilson PS Texto escrito em 24 de fevereiro de 2021 \u00e0s 16h15 \u00daltima atualiza\u00e7\u00e3o em 29 de outubro de 2024 \u00e0s 16h15 &nbsp; A brenha que invadiu a via em todo o trecho do ramal de Guapimirim da Supervia n\u00e3o se resolve com capina convencional ou qu\u00edmica, o certo seria podar os [&hellip;]<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_3099\" class=\"pvc_stats total_only  \" data-element-id=\"3099\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14350,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[19,1124],"tags":[59,253,347,6,277,90],"ppma_author":[1450],"class_list":["post-3099","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-materias","category-trem","tag-abandono","tag-bitola","tag-larga","tag-leopoldina","tag-metrica","tag-supervia","author-wilson-ps","pmpro-has-access"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - 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No come\u00e7o dos anos 2000 se aprofundou na \u00e1rea de mobilidade e transportes (e a preserva\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica inerente ao assunto, sobretudo envolvendo os transportes sobre trilhos), e a partir de contatos pessoais e virtuais participou de, e formou, grupos voltados para a dissemina\u00e7\u00e3o do assunto, agregando informa\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s de pesquisas presenciais e em campo. Em 2014 fundou formalmente a AFTR - Associa\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria Trilhos do Rio onde reuniu membros determinados a lutarem pela preserva\u00e7\u00e3o e reativa\u00e7\u00e3o de trechos ferrovi\u00e1rios, al\u00e9m de todos os aspectos ligados \u00e0s a\u00e7\u00f5es, como o resgate da mem\u00f3ria e cultura regional, melhoria na mobilidade e consequentemente na qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o, etc Foi presidente e \u00e9 o atual coordenador-geral da AFTR N\u00e3o se considera melhor do que ningu\u00e9m, procura estar sempre em constante evolu\u00e7\u00e3o e aprendizado, e acumula experi\u00eancias sendo sempre grato aos que o acompanha e apoia. \"Informa\u00e7\u00e3o e conhecimento: para se multiplicar, se divide\"","sameAs":["https:\/\/daddo.online"],"url":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/author\/edupereiramoreira\/"}]}},"authors":[{"term_id":1450,"user_id":0,"is_guest":1,"slug":"wilson-ps","display_name":"Wilson PS","avatar_url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/?s=96&d=mm&r=g","user_url":"http:\/\/aleopoldinarenascenaarte.blogspot.com\/","last_name":"PS","first_name":"Wilson","job_title":"","description":"Wilson PS \u00e9 escritor e artista pl\u00e1stico especializado, dentre outros assuntos, em retratos de ferrovias, principalmente no tema \"Estrada de Ferro Leopoldina\", campo onde det\u00e9m vasto conhecimento e experi\u00eancia.\r\nAl\u00e9m de saudosista e pesquisador da citada ferrovia tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel pela iniciativa \"Leopoldina Renasce na Arte\", que conta com uma p\u00e1gina no Facebook e um blog pessoal, onde s\u00e3o divulgados seus desenhos e pinturas."}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3099"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3099\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14352,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3099\/revisions\/14352"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14350"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3099"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3099"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.trilhosdorio.com.br\/aftr_wp\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=3099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}